Impasse na greve da Polícia Militar é a questão salarial, diz presidente da APPM.

Em entrevista na manhã desta quinta-feira (17), o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar do Estado da Bahia (APPM-BA), Agnaldo Pinto, falou sobre a assembleia da categoria que aconteceu durante a madrugada. Segundo ele, depois de um dia inteiro de reuniões com autoridades do governo, o principal impasse para o fim da greve continua sendo a questão salarial.

“O governo não quer se comprometer em atender nossas exigências. Hoje teremos a visita do Arcebispo Dom Murilo Krieger, e com o Presidente da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA) Luiz Vianna, então vamos ver se a gente tem algum avanço nas negociações”, disse. De acordo com o secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, as propostas apresentadas pelas associações de policiais militares “ultrapassa o limite orçamentário do Estado”.

“Essa nova pauta nos causa muita surpresa. Falamos que já estávamos no nosso limite e, hoje, recebemos a proposta com mais coisas inseridas. Esses pontos nos dariam um gasto anual de mais R$ 600 milhões. Consideramos isso um retrocesso”, afirmou. (Correio)

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