Imbassahy: “Governo quer tirar foco da Petrobras, mas CPI é caminho sem volta”

O líder do PSDB na Câmara Antonio Imbassahy criticou a interferência do ex-presidente Lula, nos assuntos do governo federal e sua tentativa de barrar a instalação de uma CPI no Congresso para investigar denúncias de irregularidades na Petrobrás.

Segundo Imbassahy, Lula ordenou que o governo faça de tudo para segurar a CPI, durante encontro na sexta-feira, 04, com a presidente Dilma, que interrompeu sua agenda de trabalho na última sexta-feira (4), para se reunir com o ex-presidente por cerca de três horas, em um hotel, em São Paulo.

“É a velha história: quando a coisa aperta, a presidente corre para falar com Lula ou com seus marqueteiros. Segundo a imprensa, Lula avalia que a CPI seria uma arma poderosa contra a presidente e seus planos de reeleição e orientou Dilma a viajar mais pelo país, entregando obras”, disse. No entendimento de Imbassahy, a estratégia é tirar o foco da Petrobrás, fugindo das responsabilidades, empurrando as denúncias e os fortes indícios de corrupção na estatal para debaixo do tapete.

“A criação de uma CPI, porém, é um caminho sem volta e tem o apoio da sociedade, para desespero de Lula, Dilma e do PT”, concluiu.

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6 Comentários

  1. Valéria

    Espero que o nobre Deputado Imbassahy solicite esclarecimentos sobre os contratos da GUINDASTES BRASIL e sobre a gestão de ROSEMBERG PINTO na Petrobrás.

  2. Valéria

    Espero que o nobre Deputado Imbassahy solicite esclarecimentos sobre os contratos da GUINDASTES BRASIL e sobre a gestão de ROSEMBERG PINTO na Petrobrás.

  3. André Batista

    Eu dei meu voto para ele se eleger deputado federal. Porém, agora, Imbassahy NUNCA MAIS!

    A comprovação de que a greve da PM da Bahia foi política e de que o velho método rasteiro, podre e maquiavélico estão a todo vapor no cenário político baiano.
    Artigos publicados no jornal Correio da Bahia (notícias/artigos).
    Antonio Imbassahy: o povo clama por segurança

    http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/antonio-imbassahy-o-povo-clama-por-seguranca/?cHash=82f17114d2c8a02f28b905acdcb0d093

    Por pura inércia, inépcia e irresponsabilidade social, o desgoverno petista de Jaques Wagner permite outra vez, em pouco mais de dois anos, que a população baiana volte a ficar assombrada pelo medo e pela insegurança com a greve da Polícia Militar decretada na noite da terça-feira, às vésperas do feriadão de uma semana santa.

    Paralisação anunciada, logo os rodoviários retiraram parte da frota das ruas, lojas fecharam, colégios e universidade suspenderam as aulas, a Polícia Civil anunciou a adesão ao movimento da PM e o resultado imediato foi uma situação de pânico instalada.

    Desde então, vivenciamos uma rotina de assaltos, tiroteios, lojas saqueadas, boatos de arrastões e pessoas temerosas de sair às ruas. Estações como a de Pirajá foram desativadas, o comércio a meio pau, enquanto tropas da Força Nacional de Segurança aos poucos vão chegando para, junto com o Exército, garantir um mínimo de tranquilidade, que se contraponha à sensação geral de desamparo, de uma população exposta, indefesa, sem ter a quem apelar.

    O movimento, embora indesejado, estava previsto e anunciado há meses. O descontentamento dos policiais é incontestável. Portanto, não é possível admitir que o comando da corporação e o secretário de segurança pública do Estado, homem do sistema de informação, venham a público dizer que foram apanhados de surpresa.

    Acontece que, há tempos, o governador abdicou de governar, por incompetência ou falta de gosto. Se ocupa, desde o ano passado, e quase que exclusivamente, da política partidária, trabalhando pelo amigo, ex-companheiro de atividades sindicais e candidato à sua sucessão nas próximas eleições. É claro que essa forma de agir não poderia dar certo, como não dá para resolver problemas gastando dinheiro público com propagandas, factoides, marketing eleitoral, como vem sendo feito. Deu no que deu.

    O que se espera agora é que o governador saia da indiferença e busque, com urgência, uma solução para o problema, negociando os pleitos dos policiais, que há muito cobram mais respeito, melhores condições de trabalho, salários dignos, um plano de remuneração e de cargos decente, e que não vire as costas à segurança pública, uma marca dessa administração.

    Porém, ressalto, num momento de crise, como o atual, o importante é persistir pelo fim do movimento, agindo com muita habilidade, equilíbrio e sensatez. Todos devem agir ou continuar agindo dessa forma.

    O governador, na condição de principal autoridade do estado, deve encontrar os caminhos para o restabelecimento da paz, que, no entanto, preservem a imagem da corporação, e garantam as suas condições de trabalho. Eles são imprescindíveis à manutenção da segurança dos baianos. Não pode haver queda de braço entre o Palácio de Ondina e a PM, porque, nesse confronto, todos sabem, o grande perdedor é o povo baiano.

    * Antonio Imbassahy é deputado federal e líder da bancada do PSDB na Câmara

    Robinson Almeida: polícia, greve e eleições – ligações perigosas

    http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/robinson-almeida-policia-greve-e-eleicoes-ligacoes-perigosas/?cHash=ee25ef655f748c6c7cb2f10e95c55f2e

    A Bahia viveu nos últimos três dias momentos de medo e apreensão. Uma paralisação dos serviços de segurança provocou a perda de vidas, de patrimônio e trouxe um prejuízo à imagem do nosso estado às vésperas da Copa do Mundo. Um movimento planejado e organizado com o indisfarçável interesse político-eleitoral. Devido à alta reprovação da sociedade à greve e também da disposição de diálogo e de negociação do governo, a situação voltou à normalidade. Um alívio para todos nós!

    Ontem, aqui neste espaço, o deputado federal Antonio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara Federal, como profeta do caos, deitou acusações contra membros do governo, imputando-lhes de forma unilateral a responsabilidade pela greve. Esqueceu-se de apontar o dedo pra dentro da sua casa, seu partido, que tem nos seus quadros o vereador de Salvador Marco Prisco, que liderou todo esse transtorno causado à população.

    Não tenho certeza se foi o deputado, quando era presidente do PSDB da Bahia, quem assinou a ficha de filiação de Prisco ao seu partido. Agora, certamente, nunca levantou a sua voz, nem escreveu uma linha sequer para questionar a conduta do seu nobre filiado, quando este, em 2012, literalmente, “tocou o terror” na sociedade baiana.

    Quem não se lembra, sem perder a indignação, do diálogo do grevista do PSDB sobre a queima de carretas e fechamento de rodovias? Das mortes, dos saques e do pavor de todos diante daqueles fatos, que, infelizmente, se repetiram este ano? O deputado Imbassahy premiou Prisco, lhe concedendo a legenda para eleger-se vereador na capital e iniciar uma carreira parlamentar.
    Certamente aqui, na carreira parlamentar, residiu a razão mais forte para a deflagração dessa greve. Não havia motivos objetivos para paralisação. A negociação estava em andamento. As portas do diálogo, abertas. A pauta tinha sido atendida pelo governo. Mesmo assim, o vereador do PSDB, uma hora depois de assinar um acordo com o comandante-geral, Alfredo Castro, e com o secretário da Segurança, Mauricio Barbosa, foi aos microfones, numa assembleia de policiais, anunciar o início do movimento. A fórmula, da ascensão política via greve, de 2012, buscou repetição para o ano eleitoral de 2014.

    O deputado federal Imbassahy sabe que o texto legal não permite greve na polícia militar. Esses trabalhadores em segurança têm os seus direitos, que devem ser respeitados, e suas reivindicações devem ser colocadas no saudável jogo das pressões sociais de uma democracia. Já a interrupção dos serviços de segurança é uma ameaça ao estado de direito democrático, aos direitos humanos e às garantias individuais. Porque, então, não se posicionou em favor do povo e contra seu correligionário?

    Diante dessa flagrante ilegalidade, reconhecida pela Justiça baiana e brasileira, o líder da oposição não defendeu a nossa Constituição, que um dia jurou cumprir. Preferiu o jogo rasteiro da politicagem, sem assumir sua parcela de responsabilidade nesse triste episódio. Uma guerra sem vencedores, onde todos perderam, principalmente o povo baiano que viveu um triste capítulo de intolerância e intransigência.

    Com a implantação das propostas, asseguradas antes mesmo da greve, de modernização administrativa da Polícia Militar da Bahia, como o plano de carreira dos soldados, promoções para oficiais e praças, aposentadoria aos 25 anos para as policiais femininas, autonomia administrativa do corpo de bombeiros e aumento salarial, a sociedade espera como retorno uma melhor prestação dos serviços de segurança.

    A defesa da vida deve estar sempre acima dos interesses políticos eleitorais.

    * Robinson Almeida é ex-secretário de comunicação social do governo da Bahia

    1. Marcos

      “Lula acusou o governo da Bahia de ter provocado saques, arrastões e outros formas de violência, durante a greve da Polícia Militar, para que os líderes do movimento suspendessem a paralisação. “Acho que, no caso da Bahia, o próprio governo articulou os chamados arrastões para criar pânico na sociedade. Veja, o que o governo tentou vender? A impressão que passava era de que, se não houvesse policial na rua, todo o baiano era bandido”.

      Segundo o chefe do PT, nenhuma greve pode ser considerada ilegal. “‘A Polícia Militar pode fazer greve”, afirmou. “Minha tese é de que todas as categorias de trabalhadores que são consideradas atividades essenciais só podem ser proibidas de fazer greve se tiverem também salário essencial. Se considero a atividade essencial, mas pago salário micho, esse cidadão tem direito a fazer greve. Na Suécia, até o Exército pode fazer greve fora da época de guerra.”

      O parágrafo acima foi extraído sem retoques de uma reportagem publicada em 26 de julho de 2001 pela Agência Folha, quando o palanque itinerante passou pela cidade gaúcha de Santa Maria. Entrevistado pelos jornalistas Luiz Francisco e Léo Gerchmann, fez declarações que não perdem o prazo de validade. Se valiam para o então governador César Borges, então no PFL, valem para o companheiro Jaques Wagner. É ele o culpado por tudo. Pelo menos na opinião de Lula.

      Em 2001, o então deputado Jaques Wagner não só endossou o palavrório do chefe como resolveu nomear-se PM honorário, ajudando os grevistas com dinheiro e discursos.”

      http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/lula-a-pm-pode-fazer-greve-o-governo-quis-passar-a-impressao-de-que-sem-policial-na-rua-todo-baiano-e-bandido/

  4. André Batista

    Eu dei meu voto para ele se eleger deputado federal. Porém, agora, Imbassahy NUNCA MAIS!

    A comprovação de que a greve da PM da Bahia foi política e de que o velho método rasteiro, podre e maquiavélico estão a todo vapor no cenário político baiano.
    Artigos publicados no jornal Correio da Bahia (notícias/artigos).
    Antonio Imbassahy: o povo clama por segurança

    http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/antonio-imbassahy-o-povo-clama-por-seguranca/?cHash=82f17114d2c8a02f28b905acdcb0d093

    Por pura inércia, inépcia e irresponsabilidade social, o desgoverno petista de Jaques Wagner permite outra vez, em pouco mais de dois anos, que a população baiana volte a ficar assombrada pelo medo e pela insegurança com a greve da Polícia Militar decretada na noite da terça-feira, às vésperas do feriadão de uma semana santa.

    Paralisação anunciada, logo os rodoviários retiraram parte da frota das ruas, lojas fecharam, colégios e universidade suspenderam as aulas, a Polícia Civil anunciou a adesão ao movimento da PM e o resultado imediato foi uma situação de pânico instalada.

    Desde então, vivenciamos uma rotina de assaltos, tiroteios, lojas saqueadas, boatos de arrastões e pessoas temerosas de sair às ruas. Estações como a de Pirajá foram desativadas, o comércio a meio pau, enquanto tropas da Força Nacional de Segurança aos poucos vão chegando para, junto com o Exército, garantir um mínimo de tranquilidade, que se contraponha à sensação geral de desamparo, de uma população exposta, indefesa, sem ter a quem apelar.

    O movimento, embora indesejado, estava previsto e anunciado há meses. O descontentamento dos policiais é incontestável. Portanto, não é possível admitir que o comando da corporação e o secretário de segurança pública do Estado, homem do sistema de informação, venham a público dizer que foram apanhados de surpresa.

    Acontece que, há tempos, o governador abdicou de governar, por incompetência ou falta de gosto. Se ocupa, desde o ano passado, e quase que exclusivamente, da política partidária, trabalhando pelo amigo, ex-companheiro de atividades sindicais e candidato à sua sucessão nas próximas eleições. É claro que essa forma de agir não poderia dar certo, como não dá para resolver problemas gastando dinheiro público com propagandas, factoides, marketing eleitoral, como vem sendo feito. Deu no que deu.

    O que se espera agora é que o governador saia da indiferença e busque, com urgência, uma solução para o problema, negociando os pleitos dos policiais, que há muito cobram mais respeito, melhores condições de trabalho, salários dignos, um plano de remuneração e de cargos decente, e que não vire as costas à segurança pública, uma marca dessa administração.

    Porém, ressalto, num momento de crise, como o atual, o importante é persistir pelo fim do movimento, agindo com muita habilidade, equilíbrio e sensatez. Todos devem agir ou continuar agindo dessa forma.

    O governador, na condição de principal autoridade do estado, deve encontrar os caminhos para o restabelecimento da paz, que, no entanto, preservem a imagem da corporação, e garantam as suas condições de trabalho. Eles são imprescindíveis à manutenção da segurança dos baianos. Não pode haver queda de braço entre o Palácio de Ondina e a PM, porque, nesse confronto, todos sabem, o grande perdedor é o povo baiano.

    * Antonio Imbassahy é deputado federal e líder da bancada do PSDB na Câmara

    Robinson Almeida: polícia, greve e eleições – ligações perigosas

    http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/robinson-almeida-policia-greve-e-eleicoes-ligacoes-perigosas/?cHash=ee25ef655f748c6c7cb2f10e95c55f2e

    A Bahia viveu nos últimos três dias momentos de medo e apreensão. Uma paralisação dos serviços de segurança provocou a perda de vidas, de patrimônio e trouxe um prejuízo à imagem do nosso estado às vésperas da Copa do Mundo. Um movimento planejado e organizado com o indisfarçável interesse político-eleitoral. Devido à alta reprovação da sociedade à greve e também da disposição de diálogo e de negociação do governo, a situação voltou à normalidade. Um alívio para todos nós!

    Ontem, aqui neste espaço, o deputado federal Antonio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara Federal, como profeta do caos, deitou acusações contra membros do governo, imputando-lhes de forma unilateral a responsabilidade pela greve. Esqueceu-se de apontar o dedo pra dentro da sua casa, seu partido, que tem nos seus quadros o vereador de Salvador Marco Prisco, que liderou todo esse transtorno causado à população.

    Não tenho certeza se foi o deputado, quando era presidente do PSDB da Bahia, quem assinou a ficha de filiação de Prisco ao seu partido. Agora, certamente, nunca levantou a sua voz, nem escreveu uma linha sequer para questionar a conduta do seu nobre filiado, quando este, em 2012, literalmente, “tocou o terror” na sociedade baiana.

    Quem não se lembra, sem perder a indignação, do diálogo do grevista do PSDB sobre a queima de carretas e fechamento de rodovias? Das mortes, dos saques e do pavor de todos diante daqueles fatos, que, infelizmente, se repetiram este ano? O deputado Imbassahy premiou Prisco, lhe concedendo a legenda para eleger-se vereador na capital e iniciar uma carreira parlamentar.
    Certamente aqui, na carreira parlamentar, residiu a razão mais forte para a deflagração dessa greve. Não havia motivos objetivos para paralisação. A negociação estava em andamento. As portas do diálogo, abertas. A pauta tinha sido atendida pelo governo. Mesmo assim, o vereador do PSDB, uma hora depois de assinar um acordo com o comandante-geral, Alfredo Castro, e com o secretário da Segurança, Mauricio Barbosa, foi aos microfones, numa assembleia de policiais, anunciar o início do movimento. A fórmula, da ascensão política via greve, de 2012, buscou repetição para o ano eleitoral de 2014.

    O deputado federal Imbassahy sabe que o texto legal não permite greve na polícia militar. Esses trabalhadores em segurança têm os seus direitos, que devem ser respeitados, e suas reivindicações devem ser colocadas no saudável jogo das pressões sociais de uma democracia. Já a interrupção dos serviços de segurança é uma ameaça ao estado de direito democrático, aos direitos humanos e às garantias individuais. Porque, então, não se posicionou em favor do povo e contra seu correligionário?

    Diante dessa flagrante ilegalidade, reconhecida pela Justiça baiana e brasileira, o líder da oposição não defendeu a nossa Constituição, que um dia jurou cumprir. Preferiu o jogo rasteiro da politicagem, sem assumir sua parcela de responsabilidade nesse triste episódio. Uma guerra sem vencedores, onde todos perderam, principalmente o povo baiano que viveu um triste capítulo de intolerância e intransigência.

    Com a implantação das propostas, asseguradas antes mesmo da greve, de modernização administrativa da Polícia Militar da Bahia, como o plano de carreira dos soldados, promoções para oficiais e praças, aposentadoria aos 25 anos para as policiais femininas, autonomia administrativa do corpo de bombeiros e aumento salarial, a sociedade espera como retorno uma melhor prestação dos serviços de segurança.

    A defesa da vida deve estar sempre acima dos interesses políticos eleitorais.

    * Robinson Almeida é ex-secretário de comunicação social do governo da Bahia

    1. Marcos

      “Lula acusou o governo da Bahia de ter provocado saques, arrastões e outros formas de violência, durante a greve da Polícia Militar, para que os líderes do movimento suspendessem a paralisação. “Acho que, no caso da Bahia, o próprio governo articulou os chamados arrastões para criar pânico na sociedade. Veja, o que o governo tentou vender? A impressão que passava era de que, se não houvesse policial na rua, todo o baiano era bandido”.

      Segundo o chefe do PT, nenhuma greve pode ser considerada ilegal. “‘A Polícia Militar pode fazer greve”, afirmou. “Minha tese é de que todas as categorias de trabalhadores que são consideradas atividades essenciais só podem ser proibidas de fazer greve se tiverem também salário essencial. Se considero a atividade essencial, mas pago salário micho, esse cidadão tem direito a fazer greve. Na Suécia, até o Exército pode fazer greve fora da época de guerra.”

      O parágrafo acima foi extraído sem retoques de uma reportagem publicada em 26 de julho de 2001 pela Agência Folha, quando o palanque itinerante passou pela cidade gaúcha de Santa Maria. Entrevistado pelos jornalistas Luiz Francisco e Léo Gerchmann, fez declarações que não perdem o prazo de validade. Se valiam para o então governador César Borges, então no PFL, valem para o companheiro Jaques Wagner. É ele o culpado por tudo. Pelo menos na opinião de Lula.

      Em 2001, o então deputado Jaques Wagner não só endossou o palavrório do chefe como resolveu nomear-se PM honorário, ajudando os grevistas com dinheiro e discursos.”

      http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/lula-a-pm-pode-fazer-greve-o-governo-quis-passar-a-impressao-de-que-sem-policial-na-rua-todo-baiano-e-bandido/

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