Abandono da Lagoa do Abaeté impressiona baianos e turistas

Baianos lamentam o abandono da Lagoa do Abaeté no ano da Cpa do Mundo (Foto: Reprodução/Internet)
Baianos lamentam o abandono da Lagoa do Abaeté no ano da Cpa do Mundo (Foto: Reprodução/Internet)
A sensação de abandono é visível para quem chega a um dos únicos parques de Área de Proteção Ambiental (APA) de Salvador. Calçadas de pedras portuguesas danificadas, escadas quebradas e sujeira na parte externa do centro comercial são comuns para quem se arrisca a passear pelo local. Entretanto, de todos os problemas enfrentados por comerciantes e visitantes, a falta de segurança ainda é o maior.

Reportagem do jornal Tribuna desta segunda-feira (27), assinada por Naira Côrtes, relata: Em ano de Copa do Mundo, tendo Salvador como uma das cidades-sedes, baianos lamentam o abandono do Parque Metropolitano Lagoa do Abaeté. Composto por dunas, 18 lagoas e vegetação nativa, o turismo já foi um dos pontos fortes do Abaeté na década de 1990, como lembra Maria Iraildes de Sousa, moradora da região há 25 anos.

“Houve uma época em que aqui era um tempo de comércio forte, de movimento intenso e de alegria entre os visitantes”, comentou D. Iraildes, que atualmente sobrevive do que consegue vender em um quiosque localizado na margem da Lagoa.

De acordo com o administrador do Parque, Tiago Marques, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), estão sendo pensadas guaritas estratégicas e monitoramento no portal de cima e no portal de baixo da Lagoa. Mas, o administrador admitiu que nada disso consta no orçamento do órgão para este ano. “Foi feito levantamento para atender as necessidades da comunidade, do turista e do meio ambiente, mas tudo ainda requer aprovação orçamentária”, disse Tiago Marques.

Notícias Relacionadas