Ferryboat: Internacional Marítima garante que serviço é bom e que a população ”confia”

No dia 6, segunda-feira, o JORNAL DA MÍDIA fotografou às 8h15, o ferryboat "Agenor Gordilho" etracado e desativado no Terminal de São Joaquim. Mas a Internacional Marítima garante que não, que o navio e outros quatro  estavam em tráfego. (Foto: Arquivo JM/06/01/2014)
No dia 6, segunda-feira, o JORNAL DA MÍDIA fotografou às 8h15, o ferryboat “Agenor Gordilho” etracado e desativado no Terminal de São Joaquim. Mas a Internacional Marítima garante que não, que o navio e outros quatro estavam em tráfego. (Foto: Arquivo JM/06/01/2014)
Salvador – A propósito da matéria com título “Ferryboat tem fila quilométrica e transtorno na Ilha de Itaparica” publicada no JORNAL DA MÍDIA, na última segunda-feira, 6, a concessionária Internacional Marítima contestou o número de três ou quatro embarcações em tráfego (leia nota da empresa na íntegra, mais abaixo) e garantiu que estavam em operação todas as ”cinco” unidades prometidas para o final de ano.

Não foi isso, exatamente, o que o JM constatou. Se outros profissionais de imprensa estão conseguindo enxergar ”melhorias” sem utilizar o sistema, sem checar devidamente e sem navegar, é problema de cada um deles e parabéns no caso a Internacional Marítima por ter convencido os mais afoitos, alguns dos quais nunca entraram em um navio do sistema e não têm a menor noção da realidade diária enfrentada pelos usuários da travessia. Existe milagre para tudo.

Naquele dia 6, um integrante do JM embarcou no ferry “Pinheiro”, às 7h da manhã, depois de 3 horas de espera na fila de prioridade, e comprovou, com registro fotográfico, que somente quatro embarcações estavam em tráfego – Pinheiro, Juracy Magalhães, Anna Nery e o Ivete Sangalo, que começou a operar posteriormente. O navio “Agenor Gordilho” foi fotografado às 8h15 do mesmo dia, fazendo reparo em uma das gavetas de atracação do Terminal de São Joaquim, em Salvador. Este ferry estava, naquele momento, dasativado. Portanto, não eram cinco embarcações em tráfego, mas somente quatro de um total de sete – na verdade, oito, pois o navio “Ipuaçu” resolveram destinar ao ferro velho.

No final da tarde do mesmo dia 6, usuários enfrentaram problemas ainda maiores para retornar a Salvador, conforme vários relatos chegados ao JORNAL DA MÍDIA. E mais: a Internacional Marítima está permitindo que seus prepostos mandem furar a fila de prioridade do Sistema Ferryboat. Isto foi constatado por diversos usuários, que chegaram a gravar vídeo mostrando a irregularidade, com uma funcionária da empresa afirmando que tinha autorização para dar prioridade além da destinada legalmente pelo Ministério Público, e outra servidora confirmando que recebia ”ordens superiores” e por isso permitia o abuso. Tudo aconteceu na presença do JM, no dia 27 de dezembro, no Terminal de São Joaquim, às 20h, quando a fila de veículos chegava ao Largo de Roma e os prepostos da Internacional permitiam escancaradamente que a fila de prioridade também fosse furada. Um fato verdadeiramente lamentável. É possível que a direção da empresa não tivesse conhecimento do fato, mas a polícia foi acionada e acalmou a situação. O JM tentou contactar os fiscais da Agerba naquele terminal mas nenhum estava presente.

A nota da Internacional Marítima classificou como levianas as informações do JORNAL DA MÍDIA, segundo as quais os usuários passaram mais de seis horas na fila nos dias de maior movimento de veículos para embarque. Levianas, na verdade, são as informações divulgadas pela empresa, de que o tempo de espera na fila é de 2 horas e meia ou no méximo quatro horas. Só estando dentro do pátio de veículos, o usuário espera em média duas horas para embarcar. Com uma fila depois da Calçada, próxima a Roma, basta fazer o cálculo. Repetimos, se os “grandes veículos de imprensa” divulgam o que a Internacional quer, sem colocar um usuário na fila de veículos para cronometrar todo o percurso, é problema da “grande imprensa”.

Independente dos problemas que a Internacional esteja enfrentando, já que não conhecia – e já demonstrou isso – toda a problemática do sistema, o que o JM cobra, na verdade, é que a população da Ilha de Itaparica, os veranistas e turistas, tenham um seviço eficiente e digno. E que o Estado exerça realmente o seu papel de agente fiscalizador. E nada disso acontece atualmente em relação ao Sistema Ferryboat, infelizmente. A aquisição de novas embarcações pelo governo para oferecer à nova concessionária, que pode ser a atual, não vai adiantar absolutamente nada se não houver compromisso com o bom atendimento ao cidadão e com a preservação do patrimônio público. A Internacional Marítima não demonstrou, em mais de nove meses à frente do sistema, capacidade para atender ao que o usuário do sistema quer. Se chegar lá, estaremos aqui para reconhecer o trabalho e as conquistas da empresa que o Governo da Bahia foi buscar no Maranhão para resolver o problema da travessia Salvador-Ilha de Itaparica.

Leiam, na íntegra, a nota de esclarecimento da Internacional Marítima encaminhada ao JORNAL DA MÍDIA:

Prezado Editor:

A respeito da matéria “Ferryboat tem fila quilométrica e transtorno na Ilha de Itaparica”, publicada no Jornal da Mídia, último dia 06/01/14, a Internacional Marítima presta os seguintes esclarecimentos:

1. Ao contrário do que afirma a matéria, o sistema operou durante todo o dia 06 de janeiro com cinco embarcações. Este foi o número de ferries colocados à disposição para a operação montada para o período de festas que compreendeu os feriados de Natal e Réveillon. Nesse período, no momento em que retiramos alguma embarcação para reparo, informamos imediatamente aos órgãos de imprensa em nossos boletins diários, com a transparência com que temos atuado desde o início do contrato de emergência.

2. Durante esse período de programação especial, com fluxo de usuários muito acima da média dos dias comuns, nunca o usuário precisou ficar “seis ou sete horas” na fila como levianamente afirma a matéria. Os principais órgãos de imprensa do Estado estiveram quase todos os dias acompanhando in loco as nossas operações, com contato direto com os usuários, às vezes em transmissão ao vivo. O máximo de tempo de espera registrado nesse período foi de quatro horas para veículos, ainda assim apenas nos momentos mais críticos.

3. O esquema chamado de “bate-volta” foi utilizado em operação durante todo o período da programação especial obedecendo à demanda. Em muitos casos, saíam dos terminais duas – e até três – embarcações a cada 30 minutos em média. Esse movimento não só foi verificado por usuários no embarque como foi registrado por profissionais de imprensa.

4. Ao contrário do que diz a matéria, a população tem demonstrado confiança no sistema apesar das limitações que são conhecidas. Prova dessa confiança é o aumento do fluxo de usuários verificado a cada final de semana e feriado prolongado. Diversos depoimentos espontâneos afirmam que houve mudança para melhor no sistema, o que revela nosso esforço em oferecer o melhor serviço possível dentro das condições encontradas.

5. Por fim, temos trabalhado com todo afinco em prol da qualificação do sistema. Sabemos que há muito a ser feito para equacionar questões que não serão resolvidas do dia para a noite, nem durante o contrato emergencial que estamos cumprindo. Soluções definitivas já estão sendo providenciadas por ações do Governo do Estado, com o processo de licitação, anúncio de investimentos, e com a aquisição de novas embarcações.

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9 Comentários

  1. Antonio

    Rapaz como eles tem a cara de pau? teve dias que só teve três embarcaçoes no trafego. sem falar o que essa empresa fez com muintos candidatos desempregados que foram selecionado para trabalhar, e até hoje estão esperando chamados apos fazer exames com seus proprios recursos de trasportes.
    Na verdade é uma verdadeira falta de respeito aos usuarios, que tem os terminais sem segurança emundos na escuridão sem organização e estão trabalhando prol a qualificação do sistema me poupe. ELES ESTÃO PRO AO BOLSO DELES $$$$$$ FIQUE DE OLHO AGERBA.

  2. edvaldo

    Gente, tanta safadeza dessa empresa, estamos sendo desmoralizados, praticamente obrigados a embarcar neste sistema…nós precisamos do sistema , temos necessidade de fazer a travessia, necessitamos dia a dia, estar em nossos trabalhos para buscarmos condições de nos mantermos…
    Horrível quando entramos numa embarcação e vemos o estado deprorável dos banheiros, todos imundos não porque o pessoal da limpeza não cuidem e sim porque estão entupidos e a merda jorrando por todo o navio, o mau cheiro isurportável toma conta. sabemos que a população tem muita culpa, pois entopem os vasos sanitários, jogam lixo pelo chão, no mar etc… mas, sabemos também que somos dígnos de melhores serviços, condições adequadas, no mínimo satisfatórias.
    Um exemplo claro é F/B Juracy Magalhães, não tem condições nenhuma de está trafegando, pois o mijo e as fezes tomam conta do navio, viajei ontem no mesmo e ví esta situação triste…vigilância abre os olhos.
    Precisamos de uma empresa que nos prestes serviços dígnos que nos encha de orgulho e não esquecendo também que trate seus funcionários com amor, carinho e lhes ofereça condições de trabalho adequadas, com melhores salários, respeito acima de tudo tanto com eles quanto a nós usuários do sistema.Confio muito neste governo e neste orgão chamado de “AGERBA”.

  3. LENISE FERREIRA

    Gostaria de saber a quem estou me reportando para responder a declaração do representante da INTERNACIONAL MARÍTIMA. Não houve absolutamente nenhuma leviandade por parte do JORNAL DA MIDIA. Neste período de festas eu optei por viajar pela estrada por 3 vezes para fugir das filas do sistema e posso comprovar pois até apostei com uma amiga que insistiu em ficar na fila em São Joaquim que eu chegaria antes dela na Ilha viajando pelas BR 101. O tráfego também estava lento pela grande quantidade de veículos e por isto levei 4 horas e 30 minutos, cheguei em Barra Grande quando minha amiga ligou informando que havia acabado de embarcar no ferry o que levaria ainda mais 60 minutos em média para ela desembarcar na Ilha. Ganhei a aposta.

    Na noite de 03 de janeiro, fui de Salvador para a Ilha. Após um dia de trabalho cheguei na fila do ferry às 22:40 e a fila estava em frente ao terminal de trens da calçada. Por volta das 23 hs, de lá, passei torpedo para várias pessoas da imprensa, inclusive para o Sr. Bruno da AGERBA e para Emerson gerente de terminal, reclamando a longa fila, naquele momento eu estava em frente ao Ed. Serravale, onde tem uma ótica. Questionei o número de embarcações que me foi confirmado, eram 4 em tráfego e reclamei a falta de segurança, não haviam viaturas da polícia na área. Eu estava assustada pois estava só com minha filha no carro. Emerson então me ligou e me disse que eu fosse para a fila de prioridade já que tenho este direito como cardiopata, usuária de marcapasso há 25 anos e sobrevivente de 3 infartos. Fui para a tal fila onde encontrei descaso do responsável pelo acesso mesmo mostrando a carteira de usuária de marcapasso, ele ignorou e ai sim fiquei irada. Eu não estava ali para pedir favores, o sistema deveria estar funcionando a contento de TODOS, o usuário deve ter seus direitos garantidos.

    Ao contrário disto, a Internacional junto com a AGERBA por todos estes meses ignoraram as dificuldades DE TODOS NÓS, usuários diários do sistema, obrigados a ir e vir para trabalhar, estudar ou mesmo para tratamento médico e que eles dificultando ainda mais nossas vidas no momento que nos tiraram o cartão SIBE e se negaram a confeccionar o voucher antes utilizado pela COMAB e TWB. Finalmente embarquei pela tal fila de prioridade muito constrangida pois fui tratada como se ali estivesse a pedir favores após 24 anos de travessias.

    DEVO ACRESCENTAR QUE RECEBI NAQUELA MESMA NOITE UM TORPEDO DE UM TRIPULANTE DO FERRY PINHEIRO AVISANDO QUE EVITÁSSEMOS EMBARCAR NELE POIS ESTAVA PASSANDO POR REMENDOS……QUERO DIZER: CONSERTO OU REPAROS E QUE MAIS PARECIA UMA BOMBA RELÓGIO.

    Na noite de 06 de janeiro, segunda feira, depois de um longo dia de trabalho na Ilha, precisei retornar para Salvador pois minha filha será submetida a uma cirurgia e precisávamos estar no hospital pela manhã. Chegamos a fila que estava em frente a empresa de ônibus Cidade Sol por volta das 20:30, a via escura, sem policiamento. Liguei para o Sr. Carlos Henrique, desorientada, já tinha combinado com minha filha retornamos durante a madrugada, quando por solicitação dele o Sr. Emerson me ligou autorizando o meu acesso pela área de desembarque de veículos. É constrangedora a situação mas não há nada pior que vc estar na situação que estamos hoje na Ilha de Itaparica. Nossos direitos são violados a todo momento e quando necessitamos de um atendimento emergencial somos colocados na condição de pedintes de favores. Fui muito bem atendida pelo Sr. Carlos Henrique, Emerson é sempre um lord no trato com as pessoas, e no pátio ainda passei por dois funcionários que me atenderam muito bem. MAs, eu não estou buscando este tipo de favorecimento e por isto não tenho a menor vergonha de trazer os fatos a público, tão menos me sinto refém de favores de quem quer que seja.

    São anos e anos lutando pelas melhorias deste meio de transporte do qual dependo. As filas estavam imensas, as baias de veículos lotadas, o tempo de espera era em torno de 4 a 5 horas, houve relato de tempo maior, não havendo a preocupação em organizar um esquema de segurança entre as polícias militar e rodoviária. O risco dos veículos sob o leito da pista da BA 001 sem monitoramento da PRE, 3 viaturas da PM estavam lado a lado em frente ao terminal rodoviário de Itaparica enquanto os usuários aguardavam nas vias escuras, contando apenas com o apoio dos ambulantes que colocavam suas vidas em risco para vender água e algum alimento. Tudo isto foi discutido naquela noite com Emerson que me garantiu que iria manter contato com o Major Dias da 5a. CIPM em busca de solução.

    NÃO HOUVE NENHUMA LEVIANDADE POR PARTE DO JORNAL DA MIDIA. CONVIDO QUEM QUER QUE SEJA A ENFRENTAR UMA FILA FAMIGERADA DESTAS comigo PARA TIRAR SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.

    VI A MATÉRIA do jornalista Guilherme Santos num momento feliz em que o terminal de São Joaquim estava vazio e o Sr. Carlos Henrique colheu ao lado dele alguns depoimentos de felizes usuários que deram sorte naquele momento. Devo lembrar que período de Natal sempre tem menor movimento, o feriado no meio da semana favoreceu muita gente que queimou alguns dias e conseguiu viajar em dias e horários alternados, outros que ficaram presos por força de trabalho , outros ainda que optaram viajar pelas estradas. Não houve mérito em excelência na prestação de serviços.

  4. LENISE FERREIRA

    Que venha a nova concessionária, este jogo já tem ganhador conhecido ou pelo menos esperado. Nada tenho contra a quem quer que venha. Mas, quero deixar claro……..é preciso manter a postura que vem adotando no trato conosco nas ultimas reuniões, nem pensem em “engrossar o cangote” como fez a TWB o justo sempre prevalecerá.

    Vamos cobrar as prestações de contas deste período, queremos empresa qualificada profissionalmente e com experiência no setor de construção naval para garantir confiabilidade nas manutenções preventivas e corretivas. Desejamos que aumentos de tarifas aconteçam após as melhorias do sistema e que não tenhamos mais uma vez que pagar por estas contas. Já que o Estado receberá tantos milhões pela exploração dos serviços, porque nós os usuários que sempre sofremos com a precariedade dele é que temos que pagar por isto?

    CONHEÇO DE PERTO A ARROGÂNCIA DOS QUE SE ACHAM DONOS DO PODER. NÃO TEM O MENOR RESPEITO POR NÓS USUÁRIOS. O DIRETOR EXECUTIVO DA AGERBA é a pessoa mais insensível que conheci nos últimos tempos. O acidente que sofri em novembro passado no terminal de São Joaquim foi tratado por ele com o maior desdém. Pela vontade dele a armadilha que me vitimou ainda estaria ali fazendo outras vítimas. É temeroso ter uma pessoa destas decidindo os rumos de algo tão importante para as nossas vidas.

    Vou mobilizar o povo para que estejamos juntos no trato deste assunto.

  5. GRISALHO

    Lamentável…. nada mais a declarar, pois se a empresa que opera o sistema vem a público prestar um esclarecimento que as filas eram toleráveis e que o usuário esta aprovando o serviço prestado, agora só nos resta acreditar em mula sem cabeça, chapeuzinho vermelho e lobisomem…. Isso é o fim…..
    TO COM SAUDADES DA TWB…..

  6. José Carlos Nascimento

    Uma alternativa adotada pela TWB tornou-se NORMA pela Internacional Marítima: Limitar o embarque de idosos, gestantes, etc., a apenas cinco veículos por embarcação (10%). O Estatuto do Idoso estabelece que o idoso de 60 anos em diante tem PRIORIDADE no embarque, sem limitação. No entanto, o idoso, deficiente, gestante, etc., fica horas e horas, sem nenhuma proteção, aguardando o embarque no próximo ferry, em virtude dessa norma, mesmo pagando a mesma tarifa dos demais 90% que embarcam.

    Vale acrescentar que no mesmo Estatuto somente a GRATUIDADE tem a limitação de 10% da embarcação.

  7. Vital

    Assim que o MPF for acionado e entrar em cena, esses patéticos personagens irão aparecer, como é praxe na Mata Escura, com aquele semblante de mocinho injustiçado e perseguido, tal qual também já fazem os mensaleiros condenados pelo STF através do MPF.

  8. Fedegoso

    O primo Oto que se cuide, é vital que o MP vai apanhá-lo. Questão de tempo. E não escapa. O ódio é vital por parte vital dos que se acham vitais para a sociedade. E, por insiignificância, vitalmente jogados às traças, deixados de lado, desconhecidos apesar da importância que se dão. Tôt me pocando de rir desses canastrões de quinta categoria que pensam ainda no tempo do império. Vital que o tempo passou. KKKKKKKKKKKKKKKKKKk

  9. LENISE FERREIRA

    5 HORAS NA FILA DE PRIORIDADE NESTA ÚLTIMA SEXTA FEIRA. Pátios lotados, filas imensas passavam da Caixa Econômica na Calçada. Onde está a leviandade? MELHOR, onde estava a AGERBA e o PROCON? Soube que este agora resolveu se manifestar e trabalhar, fazer o papel que a AGERBA que recebe a TPP e não faz.

    Eu cheguei Às 21:20 e por volta das 23:50 cheguei próximo ao guichê de vendas de passagens. Ouvi claramente quando um funcionário da I.M. determinou para a colega que às zero hora deixasse o caixa até a virada da tarifa, maior em 30%. O correto seria identificar os passageiros que chegaram nas filas até Às 23:30 e só então cobrar daqueles que chegaram após este horário. Considerando apenas os dias em que as embarcações fazem as travessias além dos horários pré determinados. No entanto, ao que nos parece, a lentidão no atendimento gera lucro também.

    Eu consegui comprar as passagens por R$ 53,10 às 23:56. QUATRO minutinhos depois e eu teria pago R$ 70,20. Esperei depois de entrar no terminal por mais de 90 minutos até finalmente desembarcar na Ilha. Não havia bate e volta, o Ana Nery estava quebrado mais uma vez na gaveta e o povo óóó´…….

    A LICITAÇÃO, de acordo com a entrevista de Eduardo Pessoa, não contempla a aquisição de novas embarcações. Fala no que eles chamam de 07 embarcações mais 02 (duas) que dizem foram compradas e pelo que sabemos, não são novas. Novas embarcações poderão ser adquiridas de acordo com o crescimento da demanda…………..

    Estas filas causando transtornos ao longo de anos significa o que para este cidadão??? quais embarcações temos para completar a soma de 9……….uma ele já mandou para o ferro velho e as outras estão sendo consertadas pro qual empresa especializada em engenharia naval? a propósito? esta empresa existe? quais experiÊncias no setor?

    A turma da AGERBA diz que acabou com a hora marcada porque não tem embarcação confiável para realizar o serviço vendido antecipadamente. Como pode esta licitação não contemplar a substituição ou compra de novas das embarcações? SERÁ QUE A HERANÇA MALDITA como era chamado o TERMO DE CONCESSÃO DA TWB será deixada para o sucessor do governo que aí está? OUTRO CAVALO DE TRÓIA????

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