Cuba fatura do Brasil com exportação de médicos e venda de sangue

Médicos cubanos na BahiaCLÁUDIO HUMBERTO

A sangria desatada do governo federal com a importação de médicos cubanos por R$ 511 milhões recebeu injeção de US$ 16,8 milhões de sangue humano de Cuba na balança comercial dos dois países. Com uma vertente macabra: os doadores cubanos ignoram a exportação do “produto” no mercado internacional, revela a ONG Cuba Archive, integrante do Free Society Project, em Washington, no primeiro relatório de 2014. Doar sangue é mais um “ato revolucionário” na ilha.

Sangue bom – Os números de Cuba e do Ministério do Desenvolvimento sobre o comércio de sangue humanos e produtos biológicos são de 2011.

Pela boca – O regime dos Castro convoca a população à “ajuda humanitária internacional” e outros pretextos, em troca de um prato mais sortido.

Na fila – Diz ainda a ONG que a prática, iniciada nos primórdios sangrentos do regime, criou “doadores permanentes” e troca de favores por sangue.

No banco – O relatório pede investigação da Organização Mundial de Saúde no comércio, exportação e condições sanitárias da doação de plasma. (Coluna de Cláudio Humberto)

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