Cartões corporativos: arapongas custam mais que segurança na rede

CLÁUDIO HUMBERTO

Não adianta chorar o leite derramado de R$ 5,8 milhões em cartões corporativos secretos da Agência Brasileira de Inteligência nos últimos seis meses, depois que um americano descobriu a espionagem dos EUA: o Portal da Transparência mostra que o Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação recebeu bem menos para investir no desenvolvimento e na segurança da informação: R$ 3,5 milhões.

Balança, mas não cai – Boa parte dos gastos é para proteção do patrimônio (R$ 604 mil) e manutenção predial e preventiva, locando mão de obra por R$ 983 mil.

Devagar, quase parando – Comparados com a Abin, são risíveis no Instituto de Tecnologia da Informação os gastos com cartões corporativos em 2013: R$ 2 mil. (Coluna de Cláudio Humberto)

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