Traficante que confessa dois assassinatos é preso em Feira de Santana

Salvador – Autor confesso de dois homicídios ocorridos no início do ano, em Feira de Santana, Márcio Murilo Soares Alves, 20 anos, foi preso no bairro Parque Panorama, naquela cidade. Investigadores da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) local averiguavam denúncias referentes a assaltos na região, quando flagraram Márcio, armado com um revólver calibre 32.

Além da arma, com numeração raspada, o homicida portava um saco, contendo 245 buchas de maconha, uma balança e certa quantia em dinheiro. O revólver calibre 38, utilizado por Márcio para assassinar Valdeílson Pereira dos Santos (em 20 de janeiro) e Erick dos Santos Góis (em 12 de janeiro), ainda não foi encontrado.

O traficante afirmou ter executado Erick nas imediações de um bar, no Conjunto Amazonas, porque a vítima teria tentado matá-lo no dia anterior. Já Valdeílson foi assassinado com seis tiros, no bairro Rua Nova, por não lhe pagar uma dívida de R$ 3 mil, referente à compra de maconha. O delegado André Luiz Gomes Ribeiro, titular da DRFR/Feira, autuou Márcio Murilo em flagrante por tráfico e porte ilegal de arma.

Mais homicídios – O traficante Sérgio Augusto Santos da Silva, 19 anos, foi preso no final de semana, por investigadores da 12ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Itaberaba), em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. Flagrado com um revólver calibre 38, é acusado de matar Gustavo da Silva Rocha, o “Gugu”, 18, e outra pessoa de prenome Aldo.

O delegado João Uzzum, titular da Coorpin/Itaberaba, disse que imagens das câmeras de segurança do Instituto Mauá, no centro da cidade, capturaram o momento do crime, no dia 22 de julho, o que facilitou o reconhecimento de Sérgio Augusto, que teria assassinado Gugu, por causa de um revólver emprestado e não devolvido.

Uzzum explicou ainda que o traficante é também suspeito de assassinar, há alguns meses, juntamente com um comparsa, um usuário de drogas conhecido pelo prenome de Aldo, no bairro do Matadouro, em Itaberaba. A motivação seria uma dívida de drogas, que a vítima mantinha com o traficante.

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