Governo da Bahia gastou R$ 1 bi com funcionários temporários

Carlos Gaban
Carlos Gaban
LUÍS AUGUSTO GOMES

O deputado Carlos Gaban (DEM), que tem focado seu desempenho parlamentar na crise financeira do Estado, mostra números para comprovar que o PST é um dos motivos do descontrole de caixa do governo.

Trata-se de um sistema de prestação de serviços temporários que as gestões usam largamente para empregar aliados e que só é temporário no nome, significando, na verdade, uma burla ao concurso público.

No caso do governo baiano, o deputado afirmou que no último mandato de Paulo Souto foram gastos com PST, anualmente, R$ 50 milhões (2003), R$ 48 milhões (2004), R$ 53 milhões (2005) e R$ 64 milhões (2006), num total de R$ 215 milhões em quatro anos.

Em 2007, primeiro ano do governo Jaques Wagner, gastaram-se R$ 80 milhões, seguindo-se, sucessivamente, R$ 115 milhões (2008), R$ 139 milhões (2009), R$ 196 milhões (2010), R$ 240 milhões (2011) e R$ 275 milhões (2012), totalizando R$ 1,045 bilhão em seis anos. (Por Escrito)

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