Yelena Isinbayeva se retrata após polêmica entrevista sobre gays

Yelena Isinbayeva: 'Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres, e mulheres ao lado de homens.''
Yelena Isinbayeva: ‘Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres, e mulheres ao lado de homens.”
Acusada de homofobia, Yelena Isinbayeva se retratou. A campeã mundial do salto com vara, que deu declarações polêmicas contra o apoio de atletas ao movimento gay (confira no vídeo ao lado), afirmou que foi mal-interpretada. A russa alegou que pediu apenas que os competidores respeitassem as leis de seu país e disse se opor a qualquer discriminação.

– Quero deixar claro que respeito os pontos de vista de meus companheiros atletas e quero expressar de maneira firme que me oponho a qualquer discriminação contra a comunidade gay a respeito de sua sexualidade (o que iria contra a Carta Olímpica). O inglês não é minha língua materna e acredito que aconteceu um mal-entendido quando falei ontem. O que queria dizer é que as pessoas devem respeitar as leis de outros países, particularmente quando são convidados – disse a russa, em comunicado oficial.

Isinbayeva, de 31 anos e com três títulos mundiais no currículo, em entrevista aos repórteres no estádio Luzhniki, condenou atletas que pintaram as unhas com cores do arco-íris para apoiar o movimento gay. A musa afirmou que a atitude vai contra os costumes do povo russo.

– Se nos permitirmos promover e fazer esse tipo de coisas, tememos muito por nossa nação porque nos consideramos normais, com um padrão. Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres, e mulheres ao lado de homens. Tudo deve estar bem. Isso vem da história. Nós nunca tivemos problemas assim na Rússia. E não queremos ter problemas assim no futuro – afirmou em entrevistas.(Globoesporte)

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2 Comentários

  1. alan kevedo

    “CADA MACACO, EM SEU GALHO”. Diante da diversidade brasileira, um pastor/deputado, lá do Congresso Nacional, nos exortar à crença dele, seria o mesmo, guardando as diferenças, que uma prostituta, se eleita deputada, fosse recomendar às nossos filhas a profissão dela. É público e notório que tanto a prostituta quanto o pastor auferem seu sustento de suas atividades e ninguém aqui está falando de moral, mesmo por que ninguém aí pode legislar sobre. Prostituição e religião devem ser opções pessoais, longe das imposições de uma Casa de Leis. Já ouvi dizer que há , por aqui, 400.000 pastores, somente entre os pentecostais, e pelo andar da carruagem, muitos deles estão de olho no Poder secular, no voto de cabresto, na rede submissa. Não importa, se o salário deles, na função do pastorado, seja altíssimo e você queira vender sua casa e transformar o apurado em dízima, isso é democracia, assim como é direito do ateu ser ateu. Mas fazer da nação, um imenso “sanduíche”, com seitas e religiões de um lado, o Estado de outro e a população indefesa, no meio, como recheio. Isso, não.

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