Aeroporto de Brasília vira ‘mina de ouro’ imobiliária

CLÁUDIO HUMBERTO

Ninguém entendeu quando o consórcio Inframérica ofereceu 674% a mais que o pretendido pelo governo federal para assumir a gestão do aeroporto de Brasília por 25 anos. O governo queria só meio bilhão, mas o consórcio ofereceu R$ 4,501 bilhões. Agora, faz sentido: a Inframérica vai lançar um mega-empreendimento imobiliário, na área do aeroporto, que deve render-lhe pelo menos R$ 2 bilhões.

Está no DNA – A Inframérica, que administra o aeroporto de Brasília, tem como sócia a gigante de construções Engevix, que hoje atua em múltiplos setores.

Sócio portenho – Além da Engevix, que controla a Infravix Participações, a argentina Corporación America SA também é sócia do consórcio Inframérica.

Garantido – José Antunes Sobrinho, CEO da Engevix, havia dito que contava com taxas nominais de retorno de dois dígitos para “alavancar o projeto”. (Coluna de Cláudio Humberto)

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