‘Custo Brasil’ emperra funcionamento de terminal portuário em Santos

CLÁUDIO HUMBERTO

A Brasil Terminal Portuário (BTP) investiu R$ 2 bilhões em um terminal na região da Alemoa, em Santos, para movimentar contêineres e granéis líquidos, que, pronto há sete meses, não recebe autorização do governo Dilma para funcionar. As dificuldades parecem ligadas ao tamanho das sócias da BTP, Maersk e MSC, gigantes do setor, que não parecem dispostas, digamos, a arcar com esse “custo Brasil”.

Brasil perde – Centenas de navios esperam até 7 dias para atracar nos portos que operam com contêiners. E o Brasil segue perdendo competitividade.

Fascínio – As sócias do terminal BTP têm cerca de 500 navios cada uma, e dados assim parecem fascinar aqueles que podem autorizar o funcionamento.

O que falta – A Secretaria de Portos diz faltar a homologação da Marinha e dragar o “berço”, onde os navios atracam, para o terminal funcionar. Ah, bom. (Coluna de Cláudio Humberto)

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