Governo assina com prefeituras acordo de cooperação para a ponte Salvador-Itaparica

O governador Jaques Wagner assinou o acordo de cooperação hoje na Governadoria, com os prefeitos de Salvador, Vera Cruz e Jaguaripe. (Fofo: Secom)
Salvador – Foi assinado nesta segunda-feira (25), na Governadoria, em Salvador, um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Estado da Bahia e os municípios de Salvador, Vera Cruz, Itaparica e Jaguaripe, que serão diretamente impactados com a construção da ponte Salvador-Itaparica. A ponte terá 11,5 Km e custo estimado em R$ 7 bilhões.

A partir do resultado dos estudos podem exigir adequações nos planos diretores municipais e a reestruturação da mobilidade urbana nas cidades impactadas. Para o prefeito de Itaparica, Raimundo Nonato, o projeto vai garantir o maior desenvolvimento da região. “Este é um projeto ousado, sabemos que as cidades poderão sofrer alguns impactos negativos, mas principalmente positivos. Precisamos buscar o desenvolvimento econômico e social e esta é uma oportunidade grandiosa”, conclui.

O Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), encerrado em 2011, definiu uma proposta conceitual para a ponte no que se refere aos aspectos paisagísticos, traçado, aproveitamento viário, entre outros itens. De acordo com o secretário Sérgio Gabrielli, o PMI apontou um investimento de aproximadamente R$ 7 bilhões, sendo que engloba a construção da ponte, duplicação das rodovias, desapropriações e investimentos em infraestrutura. “Este valor pode ser alterado a partir das análises, onde poderemos reduzir os custos”.

O objetivo é facilitar a colaboração durante os estudos que pretende elaborar o Plano de Desenvolvimento Socioeconômico da ponte, que integra o Sistema Viário Oeste. Este Sistema envolve ainda a duplicação das rodovias, desapropriações e investimentos em infraestrutura. Além da capital, o projeto beneficia municípios da Região Metropolitana, Recôncavo e do Baixo Sul.

De acordo com o secretário do Planejamento, José Sergio Gabrielli, os estudos compreendem a modelagem econômico-financeira, projetos conceituais de engenharia, estudos de impactos ambientais e culturais. “Existirão novas atividades econômicas com a construção da ponte, inclusive com a atração de empresas para a região, geração de empregos. Por isso vamos promover os estudos de impactos ambientais, de desapropriação, estudos técnicos, entre outros”, disse Gabrielli.


Enquanto a ponte não vem, assista ao vídeo acima com a simulação do projeto.

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