Linha Civic alcança a marca de 500 mil unidades produzidas no Brasil

O Honda Civic, considerado um ícone em todo o mundo, atingiu este mês  uma expressiva marca de sua trajetória  no mercado brasileiro: a produção do veículo número 500 mil. O marco foi protagonizado por um Honda Civic EXR, com motorização 2.0, recente lançamento no País.

O Civic foi o primeiro carro importado pela Honda, em 1992, e cinco anos depois, com o início das atividades da fábrica em Sumaré (SP), inaugurou a linha de produção nacional.

No mundo, são mais de 40 anos de história, 9 gerações e milhões de unidades vendidas, dados que consolidam o Honda Civic como referência de sucesso na categoria de sedãs médios.

Trajetória de gerações

No Brasil, o Civic está à disposição do consumidor desde julho de 1992, como importado, em sua quinta geração. Em 1997, o modelo inaugurava a linha de produção da Honda Automóveis do Brasil em sua sexta geração, que chegou com uma carroceria imponente, um pouco menos esportiva e mais familiar do que a anterior.  Em sua sétima geração, que se iniciou em 2001, o modelo adotou uma plataforma mais baixa e assoalho plano. Seu projeto era totalmente novo, ainda mais seguro e com design mais moderno e arrojado, com um toque de esportividade.

Já a oitava geração, apresentada em 2006, conservou apenas o nome e significou a maior mudança da linha Civic. A carroceria e o interior do New Civic tiveram inspiração futurista com origem em aprofundados estudos de design. A Honda transformou o modelo num automóvel esteticamente diferenciado, com menor resistência aerodinâmica e maior espaço para os ocupantes. Entre outros detalhes, desenvolveu o inédito painel em dois níveis para que o motorista interprete os dados com mais rapidez e sem desviar a atenção da pista.

Atualmente, em sua nona e mais tecnológica geração, o Honda Civic mostrou ao mercado automotivo sua capacidade de surpreender. Com novo design, novas tecnologias e novas opções de motorização, o modelo conta com três versões: as novas LXR e EXR, com motor 2.0, e a LXS, de entrada, que mantém o propulsor 1.8 e está disponível com câmbio de seis velocidades na versão manual. Outra novidade é o avançado sistema flex que dispensa subtanque para partida a frio.

Com o novo sistema, ao acionar o botão no controle da chave que destrava as portas, um conjunto de aquecedores entra em ação diretamente na linha de combustível tornando a temperatura, principalmente do etanol, ideal para compor uma mistura ar/combustível pronta para entrar em combustão imediata. O resultado é uma partida rápida e segura, mesmo em situação de baixa temperatura.

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