Wagner barra secretários e deputados no camarote oficial do governo

Nos bastidores do Carnaval baiano foi movimentada a repercussão em torno do tratamento que algumas autoridades receberam ao tentarem entrar no camarote oficial do governo, no circuito Osmar (Campo Grande), segundo informou o jornal Tribuna. O local marcado pela badalação de secretários, assessores da gestão estadual e políticos aliados, que assistiram à passagem dos blocos e trios elétricos, serviu de ponto de muita reclamação, já que alguns deles foram barrados na porta, embora aparecessem ali como “legítimos” representantes do governo.

Deputados estaduais impedidos de ter acesso ao espaço com seus acompanhantes afirmaram que não havia necessidade de passarem por “tal constrangimento”, já que defendem a administração do governador Jaques Wagner (PT) o ano inteiro.

Entre os barrados estavam os deputados estaduais Marcelino Galo (PT), Jean Fabrício Falcão (PCdoB), o presidente estadual do PCdoB, deputado federal, Daniel Almeida, e o secretário estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, o promotor Almiro Sena.

“Tem que tratar bem deputado, pois trabalhamos duro durante todo o ano. Foi uma indelicadeza, grosseira, algo sem sentido”, reclamou Marcelino.

O deputado comunista Fabrício Falcão disse que nas votações na Assembleia, o governo busca os parlamentares a fim de obter apoio e naquele momento (folia) dificultava a entrada no camarote.

O vereador petista Suíca disse que os nomes dos parlamentares municipais do PT não constavam na relação do cerimonial. Ele insinuou que houve desorganização ao contar que precisou “brigar” para acessar o local, depois de observar que a vereadora Fabíola Mansur (PSB) estava entre os convidados.

O chefe de cerimonial, Nelson Simões, disse que os convidados teriam sido previamente alertados sobre a restrição no número de acompanhantes. Mas o assunto ganhou força nos bastidores, sendo questionada a receptividade com os aliados do governo.(Tribuna)

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2 Comentários

  1. Fedegoso

    Não foram barrados. Levaram convidados sem convites que não tinham credenciais ao recinto. Não entraram por não serem convidados. Ora, façam como o povo, saiam na pipoca. Levem os seus filhos para a pipoca. O Estado garante a segurança. E o Estado somos nós. Pra que privilégio de camarote? Fico triste com uma notícia dessas, não acredito que políticos progressistas não queiram viver perto o povo. E que prefiram camarotes, coisa de elite? Pipoca minha gente! Pipoca é bom demais! Levem os seus filhos, tios, parentes, amigos, namoradas, mães, pais…sejam progressistas! PIPOCA!

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