Suspeito de massacre que matou 27 nos EUA sofria distúrbios

Autoridades americanas ainda não divulgaram a identidade do homem que abriu fogo na escola primária de Sandy Hook, na cidade de Newtown, no Estado de Connecticut (leste americano), na manhã desta sexta-feira, deixando pelo menos 27 mortos. A imprensa do país, no entanto, já investiga o passado de Adam Lanza, de 20 anos, apontado como principal suspeito segundo fontes extra-oficiais.

O irmão de Adam, Ryan Lanza, que chegou a ser apontado como responsável do crime (em informação desmentida mais tarde), teria dito a fontes ouvidas pela AP que seu irmão sofria de distúrbios de personalidade.

Fontes policiais dizem que Ryan está colaborando com grande empenho nas investigações do caso, apesar de não ter contato com o irmão desde 2010. Um amigo dele, Brett Wilshe, afirmou ter conversado com Ryan por uma rede social pouco após o incidente, e que teria recebido como resposta: “meu Deus, foi meu irmão. E acredito que minha mãe está morta”.

A jovem Alex Israel, entrevistada pela CNN, disse que o suspeito foi seu colega de classe na escola onde os disparos ocorreram. Em suas lembranças, Adam Lanza era um “sujeito quieto e reservado”, mas que, no seu ponto de vista, era um “gênio” em sala de aula. Sua mãe, Nacny Lanza, que também teria sido morta no massacre, já teria trabalhado como professora substituta no local, segundo informações da AP.

Fontes da Polícia ouvidas pela agência confirmaram que há evidências de que o suspeito estudou em Sandy Hook na infância, mas não foram encontradas ligações recentes do suposto autor do crime com a escola.

Em perfil levantado pela AP, Lanza também é descrito como um “estudante exemplar”, que vivia em um rico subúrbio americano com sua mãe, uma mulher com muitos amigos em seu bairro e que costumava organizar tardes de jogos de tabuleiro em sua casa com vizinhos.(Terra)

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