Garota que vendeu a virgindade: caso pode parar em tribunal internacional.

Catarina, 20 anos, vai perder a virgindade dia 3 de novembro (Foto: Divulgação)
O leilão da virgindade da brasileira Catarina Migliori pode parar em tribunal internacional: o subprocurador-geral João Pedro Bandeira de Mello Filho suspeita de “tráfico humano”. Ele disse ao jornal britânico Daily Mail que pediu investigação e possível deportação da jovem.

O leilão pela virgindade da brasileira Catarina Migliorini terminou às 9h da última quarta-feira (24). O lance mais alto foi dado foi no valor de US$ 780 mil, o equivalente a mais de R$ 1,5 milhão. A poucas horas do fim do leilão, seis pessoas disputavam a virgindade da garota no site ‘Virgins Wanted’. Os lances foram alternados entre os seis: três americanos, um australiano, um indiano e um japonês. O japonês foi o autor do lance mais alto.

De acordo com o regulamento, a primeira noite de Catarina está prevista para ocorrer 10 dias depois do fim do leilão, no dia 3 de novembro.

A garota é natural de Itapema, em Santa Catarina, e está na Austrália, para participar de um projeto que prevê o leilão e a gravação de um documentário sobre a preparação para o momento.

A primeira vez está prevista para ocorrer durante um voo que partirá da Austrália ou Indonésia para os Estados Unidos. Entre as regras que devem ser obedecidas pelo ganhador está o uso de camisinha obrigatório. “Ele também não pode me beijar, não pode realizar nenhuma fantasia nem fetiche, nem usar nenhum brinquedo”, explica ela. “O ato também não vai ser filmado”, diz.

Notícias Relacionadas