Gabriel Chalita sofre rejeição na própria Igreja Católica

CLÁUDIO HUMBERTO

Apresentado pelo PMDB como candidato dos cristãos à prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita enfrenta resistência na própria Igreja Católica. Integrantes do movimento carismático, do qual Chalita faz parte, acusam o peemedebista de ter “se vendido” ao apoiar a eleição de Dilma Rousseff à presidência da República, acusada à época por grupos religiosos de ser favorável à descriminalização do aborto.

Fábrica de boatos – Em 2010, Chalita, que era do PSB, com passagem pelo PSDB, alegou que era “boato” a história de que Dilma é pró-aborto. Saiu queimado.

Aos negócios – O PMDB garante que pesquisas qualitativas internas mostram Gabriel Chalita em ascensão. Nos bastidores, negocia apoio no segundo turno.

Prêmio de consolação – Em quarto nas pesquisas, Chalita quer nada menos que a pasta da Educação para apoiar o petista Fernando Haddad. Dilma não gostou.

Regras do jogo – Com Celso Russomanno (PRB) à frente das pesquisas, Gabriel Chalita centrará fogo no tucano José Serra, de quem é mais fácil roubar votos. (Coluna de Cláudio Humberto)

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