Bahia tem destaque no ranking das PMEs que mais crescem

Salvador – A Bahia é destaque na 7ª edição da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem 2012”, realizada pela Deloitte – uma das maiores organizações de consultoria e auditoria do mundo – em parceria com a revista Exame PME. Este ano 08 pequenas e médias empresas baianas aparecem no ranking das 250 organizações que registraram maior aumento de receita líquida ao longo dos últimos três anos (2009, 2010, 2011).

Com o tema “O custo Brasil das emergentes – Os desafios do ambiente de negócios no caminho das PMEs”, o estudo deste ano aborda questões essenciais para o avanço das organizações brasileiras. As empresas classificadas para o ranking das que mais crescem vêm construindo uma trajetória consistente de expansão, deixando lições importantes em um país que busca hoje alternativas para superar gargalos históricos, que ainda dificultam o pleno desenvolvimento do potencial empreendedor do empresário brasileiro. No ranking das 10 PMEs que mais crescem na região Nordeste do Brasil três são empresas baianas: Qualidados (5ª); Acqua Pescados (7ª); N&A (9ª). O Ceará aparece com quatro destaques e Pernambuco com três.

Além de apontar o ranking das PMEs que mais expandem seus negócios no País, o estudo identifica o que determina a eficiência nos novos tempos da economia. Como pertencem ao grupo com maior velocidade de expansão nos negócios, as visões dessas empresas que compõem o ranking das 250 PMEs que mais crescem podem, sem dúvida, servir de parâmetro de eficiência para todas as pequenas e médias empresas do mercado brasileiro.

Todas as empresas são de origem brasileira e a maior concentração está na Região Sudeste (61%) e Sul (21%), com destaque para o Estado de São Paulo, onde 37% das empresas do ranking estão sediadas.

As PMEs possuem atividades econômicas diversificadas, contemplando grande parte dos setores econômicos no Brasil, com predominância de representantes da área de informática, TI e internet (24,3%), comércio varejista e atacadista (11,1%), prestação de serviços (10,5%) e máquinas  e equipamentos  (9%). A receita líquida das 336 empresas que participaram da amostra total da pesquisa soma 19 bilhões.

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