Bilhete de Dilma foi uma ‘evasão’ de privacidade

CLÁUDIO HUMBERTO

O silêncio do Panalto confirma a suspeita de que a presidenta Dilma exibiu de propósito o bilhete com a suposta bronca nas ministras Izabel Teixeira (Meio Ambiente) e Ideli Salvatti (articulação), interpelando-as sobre o acordo para votar o Código Florestal, esperando ser fotografado. O teatrinho foi uma forma de insinuar aos ambientalistas que o acordo foi feito à sua revelia. Autêntica “evasão” de privacidade.

Continuou valendo – Reforça a suspeita de “armação” o fato de Dilma, apesar do bilhete ameaçador, não haver anulado o acordo em torno do Código Florestal.

Lorota – O bilhete que Dilma convenientemente expôs às lentes fotográficas tem um problema: no governo, ninguém ousa fechar acordos sem seu “ok”.

Profissionalismo – Os fotógrafos que flagraram o bilhete de Dilma registraram o fato, mas nada têm a ver com a armação ilimitada do Palácio do Planalto.

Faltou revisão – Para a próxima, Dilma já prometeu submeter a revisão os bilhetes a serem “flagrados”, para não voltar a cometer erros gramaticais. (Coluna de Cláudio Humberto)

Notícias Relacionadas