Aliado de Lula é julgado no Egito por corrupção

CLÁUDIO HUMBERTO

Começou no Cairo o julgamento de Farouk Hosni, ex-ministro da Cultura do ex-ditador egípcio Hosni Moubarak, acusado de roubar 2,35 milhões de euros dos cofres públicos egípcios. Farouk recebeu apoio do então presidente Lula e do ex-chanceler Celso Amorim para derrotar o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que ambos detestam, na disputa pela direção-geral da Unesco, órgão das Nações Unidas.

A ficha do distinto – Antisemita (queria queimar livros de autores israelenses), Farouk Hosni é um dos ladrões impedidos de sair do Egito, após a queda do ditador.

Chance perdida – Cristovam tinha condições de vencer a disputa na Unesco, mas só com apoio do governo brasileiro, que preferiu apoiar o egípcio corrupto.

Sem limites — Celso Amorim, bajulador incorrigível, pilotou o boicote a Cristovam para agradar o chefe Lula, que demitira o senador do MEC com humilhação.

Era importante – Era importante para o Brasil conquistar a Unesco, órgão da ONU que investe muito em educação, cultura, ciência e tecnologia, mundo afora. (Coluna de Cláudio Humberto)

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