Atletas paralímpicos garantem mais sete medalhas para o Brasil em Londres

Agência Brasil

Brasília – Os atletas brasileiros conquistaram hoje (04) mais sete medalhas nos Jogos Paralímpicos de Londres, na Inglaterra. No sexto dia de competições, foram três medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze. Com as novas medalhas, o Brasil chega a meta de ficar entre as sete primeiras nações no quadro geral, com 21 medalhas no total, sendo dez de ouro.

A primeira medalha do dia veio com a dupla brasileira de bocha, formada por Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos, que se tornou bicampeã dos Jogos ao vencer os tchecos Leos Lacina e Radek Prochazka na final de pares mistos da classe BC4 por 5 a 3.

Com direito a recorde mundial, o nadador brasileiro Daniel Dias garantiu a primeira colocação na prova dos 100 metros peito SB4, com tempo de 1m32s27. Esta é a terceira medalha de ouro de Dias em Londres, podendo se tornar o maior medalhista paralímpico brasileiro da história se superar as 13 medalhas do também nadador Clodoaldo Silva e da ex-velocista Ádria Santos. Dias conquistou, até agora, um total de 12 medalhas paralímpicas (nove em Pequim e três em Londres)

Andre Brasil ficou em segundo lugar nos 100 metros costas S10, com o tempo de 1m00s11 e conquistou sua quarta medalha em Londres (dois ouros e duas pratas).

Na prova dos 200 metros T11 de atletismo houve dobradinha brasileira. Felipe Gomes conquistou a terceira medalha de ouro do dia ao vencer a prova, com a marca de 22s97. Daniel Silva ficou com a prata, com o tempo de 22s99.

Nos 400 metros T46, Yohansson Nascimento conquistou a medalha de prata e completou a prova com o tempo de 49s21, batendo recorde paralímpico de sua classe, a T45 (por falta de competidores, ele compete na T46). Esta é a segunda medalha de Nascimento, que conquistou o ouro, com direito a recorde mundial, nos 200 metros T46.

No lançamento de disco na categoria F40, o brasileiro Jonathan de Souza Santos conquistou a medalha de bronze, com a marca de 40,49 metros. O chinês Zhiming Wang ficou com o ouro e o grego Paschalis Stathelakos com a prata.

Até o momento, a China segue liderando o quadro de medalhas, com 53 medalhas de ouro, 39 de prata e 40 de bronze. Em segundo lugar está a Grã-Bretanha (23 ouros, 30 pratas e 26 bronzes) e, em terceiro, Rússia (23 ouros, 22 pratas e 17 bronzes). O Brasil está na sétima posição com dez ouros, sete pratas e quatro bronzes, totalizando 21 medalhas.

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