Professores contratados como ”tapa-buracos” não recebem pagamento
Os professores contratados emergencialmente por meio do nefasto regime PST (prestação de serviço temporário), para substituir os docentes do Estado durante a longa greve da categoria, tiveram uma péssima notícia quando foram procurar a pecúnia: receberam a informação de que só vão receber os salários após a Secretaria da Educação “arrumar a casa”.
A informação é da coluna Tempo Presente. Os temporários alegam que estavam fazendo o trabalho “tapa-buracos” desde o dia 25 de junho em jornada de 40 horas semanais e agora estão no prejuízo. O acordo foi o pagamento após um mês de prestação de serviço.